Sobre o trabalho
Quem sou eu
Sou especialista em padrões afetivos.
Ajudo mulheres a compreender como suas crenças, referências e experiências anteriores podem influenciar suas reações emocionais, seu comportamento e seu posicionamento nos relacionamentos.
Meu trabalho tem dois eixos complementares:
Educação afetiva: ofereço conhecimento e direcionamento para que a mulher saiba como se comportar e se posicionar diante das diferentes situações da vida afetiva.
Reprogramação mental e emocional: trabalho as crenças, as referências e as experiências que podem estar profundamente enraizadas e dificultar a sustentação de novos comportamentos.
Meu objetivo é ajudá-la a desenvolver uma nova postura emocional, fazer escolhas mais conscientes e construir uma maneira diferente de viver seus relacionamentos.
Onde entra a educação afetiva?
A educação afetiva é a parte do meu trabalho que oferece conhecimento e direcionamento.
Ensino a mulher a reconhecer situações, avaliar comportamentos, compreender o que é importante observar nos relacionamentos e desenvolver um posicionamento mais consciente.
Onde entra a reprogramação mental e emocional?
A reprogramação mental e emocional é a parte do trabalho voltada à investigação e à transformação dos aprendizados, crenças e respostas emocionais relacionados ao padrão.
Não se trata apenas de dizer à mulher que ela não precisa mais se diminuir, aceitar menos ou correr atrás de alguém. Trata-se de ajudá-la a compreender por que essas atitudes se tornaram tão importantes para ela e a desenvolver outras maneiras de responder às situações.
O processo envolve reconhecer as crenças que influenciam seu comportamento, investigar as referências e experiências relacionadas a elas, trabalhar as questões emocionais identificadas e construir novas possibilidades de posicionamento.
O objetivo é que ela não apenas saiba que pode agir de outra forma, mas compreenda que não precisa continuar recorrendo à antiga resposta para lidar com suas emoções e suas relações.
Essa mudança exige prática. Compreender a origem de um comportamento não significa que ele desaparecerá automaticamente. Por isso, o trabalho também precisa favorecer a aplicação do que foi compreendido em decisões e atitudes concretas.